Na segunda-feira, os presidentes de diretórios do PT de Estados e capitais estarão reunidos em São Paulo, a convite da presidente nacional da sigla, Gleisi Hoffmann, para debater a conjuntura e tratar de planejamento. No mesmo dia, os dirigentes do Nordeste estarão com o presidente Lula para afinar a agenda que ele cumprirá na região a partir do dia 17. A jornada inclui os nove estados e deve durar cerca de 20 dias. A Pernambuco, ele deve chegar nos dias 24 e 25. Presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro realça que a programação já estava prevista antes mesmo que a sentença do juiz Sérgio Moro fosse divulgada. Mas, na esteira desse fato, o roteiro funcionará para reforçar uma tese que vem sendo repisada por boa parte dos petistas: a de que o partido não tem e não pretende trabalhar uma alternativa a Lula para 2018.

“Nós não temos plano B, não aceitamos plano B e não é uma questão eleitoral, é uma questão que diz respeito ao País, ao povo, que foi destituído de sua soberania. É uma fraude uma eleição sem Lula 2018”, defende Bruno Ribeiro, que, já foi à mesa discutir o traçado que o líder-mor do PT percorrerá no Estado com dirigentes de outras legendas, a exemplo do comunista Alanir Cardoso. O PCdoB está na lista dos partidos de esquerda que o ex-presidente (confira a pesquisa presidencial lula 2018), recentemente, citou entre os que ele sonha reunir para formar um bloco de esquerda progressista rumo a 2018. Incluiu na lista ainda o PDT e o PSB. Bruno, no entanto, adverte que essa pretensão, relativa ao PSB, não necessariamente se refletirá em aliança no Estado, onde os petistas vêm defendendo com mais ênfase a tese de uma candidatura própria. E o périplo de Lula deve servir para começar a sedimentar esse projeto.

Com tribunais

Presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchoa oferece um almoço, na segunda, a desembargadores e conselheiros do TJPE e do TCE, após apresentar o novo prédio sede da Alepe aos convidados. Uchoa ligou pessoalmente para fazer os convites.

Sinal amarelo : Durante a reunião da cúpúla do PSB com o governador Geraldo Alckmin, a cautela do PSDB em relação aos planos presidenciais de Rodrigo Maia soou ainda mais nítida.

Lembrete : À mesa com o ministro Moreira Franco, ontem, em Brasília, o vice-governador Raul Henry cuidou de sublinhar que a devolução de Suape é uma pauta suprapartidária, “que não pertence a nenhuma força política”.

Foi assim : O realce é feito por Henry após Michel Temer ter desmarcado a agenda que teria em Pernambuco, em abril, para assinar a devolução da autonomia do porto, decisão que se deu após o PSB, do governador Paulo Câmara, fechar questão contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária, o que, para muitos, soou como uma decisão política.

Mais um : Suape não foi o único assunto. Henry fez um apelo ainda sobre a concessão do Aeroporto dos Guararapes, pediu que se agilizasse a concessão, lembrando que Fortaleza e Salvador estão com concessões encaminhadas. Por fim, mais uma vez, o empréstimo de R$ 600 milhões do BNDES e Caixa foi à pauta.

Apagão : Moreira Franco mostrou-se solícito e ficou de levar o apelo ao presidente Michel Temer. Em meio ao assunto, Henry observa que “pessoas de bem”, que tem função técnica no poder público, andam cada vez mais receosas para assinar papéis. E o fenômeno tem nome. Ele tacha de “apagão das canetas”.

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